quinta-feira, 20 de novembro de 2008

O ERRO JUDICIÁRIO

Oh mano, é osso ficar do lado de cá! Cuida do meu filho aí!
Palavras com um tom de sofrimento de alguém que suplica um favor de outro alguém que chora um erro judiciário, acontecido, e não reparado nos anos dourados.
Porque anos dourados,? [Porque foi uma época linda na vida de um jovem que junto seu irmão gêmeo, viviam uma vida tranqüila ao lado da família, e hoje só resta à lembrança, e este filho que Henrique Paulo tem.]
Família de sete pessoas: Francisco, Bento, Thiago, Clara, Marcelo, Paulo Henrique e Henrique Paulo. Bento era o Velho pai bondoso, que criava os filhos dentro do Evangelho. Aprontava as cinco crianças, ou os cinco meninos, e conduziam-os ao caminho do bem, pois era um conhecedor do evangelho, juntamente com D. Clara que lutava junto ao marido com um carrinho de cachorro quente, em frente aquela faculdade de Direito , com aproximadamente quinhentos alunos, no período da tarde e noite. Onde aquela guerreira junto à Bento angariava fundos, para dar uma vida digna para aqueles “cinco hominhos” dizia ela. Francisco o mais velho, trabalhava em uma fábrica têxtil, como tecelão em horários alternados, para cumprir oito horas diárias, que era prática daquela fábrica, já havia comprado uma bicicleta com o dinheiro do seu próprio sustento, pois não podia ter carro ou moto, uma vez que ainda não atingira a maior idade. Marcelo era o segundo filho e estudava música com o filho do pastor daquela igreja evangélica onde congregava, pois o mesmo dava aulas de teoria musical, era professor de música e regia o coral da igreja.Tiago era o caçula, vivia enrabichado com a mãe, era até gordinho, pois era comilão, adorava o sanduíche da mãe, e amava o tempero e o vinagrete que D.Clara preparava. As alunas da faculdade o chamavam de “Fofinho” e como era moreninho claro e filho e uma mulher mulata clara, tinha uma cor de Jambo, realmente era bonito.
Paulo Henrique e Henrique Paulo foram os terceiros a nascer, gêmeos com diferença de minutos quando nasceram muito parecidos, que se um mandasse o outro no ao lugar dele pra namorar a mesma moça, ela não os reconhecia, exceto uma tatuagem que Henrique Paulo tinham na perna, era duas máscaras caricaturas simbolizando o teatro.
O pai, irmão Bento, era assim chamado, onde estava, gostava de falar sobre o Evangelho, e os amigos assim o apelidaram carinhosamente; gostava de ensinar os meninos a dirigir sua Kombi, colocava desde o mais velho até o mais novo atrás do volante, acelerando o aprendizado dos filhos, -- Cuidado irmão Bento, a policia vai ver os meninos dirigindo este carro!!!! Diziam os vizinhos. Mas Bento queria acelerar este processo, parecia até que queria que os filhos emancipassem para a vida.
Paulo Henrique, um dos gêmeos adorava andar de Skate, seu pai comprou cotoveleira e joelheira para o menino não se machucar quando caia, pois eram muitos os tombos. Mesmo com a menor idade, e contrariando a vontade dos pais e a doutrina da igreja, Paulo Henrique copiara a teimosia do irmão e tatuou o braço esquerdo com um palhaço artístico, ocupando toda a parte do antebraço.
Eram bons filhos, estavam todos os domingos na escola dominical, onde aprendiam cantar hinos, ouvir palestras bíblicas dos preletores e até tinham aulas de teatro gospel naquela igreja que iam com prazer. Na medida em que o tempo ia passando, os rapazes iam se transformando da adolescência para a fase juvenil, e a coisa começavam a apertar para irmão Bento, pois fazia entregas de compras em um Supermercado “ Supermercado Rochedo”, local onde levava os gêmeos e deixava-os tomando conta das compras dos fregueses do mercado, enquanto fazia outras entregas.
Vida regada de carinho que irmão Bento oferecia aos cinco filhos, mesmo lutando com dificuldade, trazia seus filhos dentro de um circulo de amizades honestas. Os gêmeos eram um pouco mais arteiros, arranjavam confusão na escola, onde sua mãe era chamada na diretoria, para ouvir reclamações dos diretores. Certa vez um dos gêmeos, Paulo Henrique, armou uma confusão com outros alunos, e houve maior brigueiro na frente da escola, pois um não deixava o outro apanhar. Eram terríveis, atingiram a maior idade e piorou tudo, pois aprenderam a fumar escondidos do pai e longe da mãe, mas coração de mãe não se engana D.Clara sentiu o cheiro do fumo na roupa dos meninos, e aí foi aquele esculacho, falou um montão com aqueles dois ingratos, e sempre reclamava -- Eu me mato de trabalhar, e vocês nem reconhece? Francisco também viu Henrique Paulo comprando um maço de cigarros, chamou-o, aconselhou-o, mas era tarde já tinham adquirido este mau hábito.
Os dois começaram a fazer pequenos furtos, pois não queriam se sujeitar a ganhar só uns trocados, ajudando o pai no supermercado.
Foram pegos fazendo um furto de tênis em uma loja de um shoping, e foram levados à uma delegacia. E ferraram com os meninos de D.Clara, flagrante de roubo, pois já haviam atingido dezoito anos e dez dias.
D.Clara chorava junto ao irmão Bento, naquela igreja em dias de circulo de oração, onde suplicavam a Deus, a recuperação daquelas duas jóias, diziam eles.
Agora as viaturas de policia sempre os paravam para averiguar, pois adquiriram fama de ladrões, e a coisa ficou preta para aquela família. Paulo Henrique roubou uma moto, e ficou dois meses andando com ela, ia às bocas de fumo buscar drogas pros amigos, fazia pequenos furtos à postos de gasolina, e pequenos bares, já estavam se profissionalizando. Um dia os dois foram roubar um homem que saia de um caixa eletrônico e quando iam fugir avistaram uma viatura se aproximando, onde se apavoraram e fugiram, houve perseguição mas num obstáculo destes chamados quebra-molas, Henrique Paulo caiu com uma sacola contendo dinheiro, seu irmão nada pode fazer, fugiu com a moto, e Henrique Paulo foi autuado em flagrante, foi pra cadeia e agora a coisa era feia, não era mais primário e foi mandado para um presídio cumprir seis anos de prisão em regime fechado.
Paulo Henrique fazia visitas periódicas ao irmão, levava cigarro, alimento, roupas, até uns cigarrinhos de maconha escondido nos utensílios do irmão, pois não fora descoberto quando estava junto no dia do roubo.
Passaram-se três anos e Henrique Paulo já visitava os pais em dias específicos, Natal, Dia dos pais, Páscoa, faltava só o Juiz assinar liberdade provisória.
Paulo Henrique conheceu uma mulher que era muito exigente. Gostava de roupas de grife, só queria ir aos melhores motéis, sabia que ele era o Bicho, mas só queria andar de carro novo. O cara fazia tudo pra mina, um dia foi roubar uma locadora de carros, o segurança reagiu e Paulo meteu fogo no segurança ferindo-o mortalmente. Fugiu do local, buscou a namorada e ficaram escondidos na favela.
O vendedor de carros conhecia Paulo Henrique, e no momento do assalto falou seu nome, e aí a coisa ficou brava pra Paulo Henrique. A policia apertou o vendedor que caguetou Paulo, onde fora autuado em latrocínio após sua captura.
Crime hediondo, -- Agora não tem mais jeito, não posso fazer mais nada! Disse o pai chorando abraçado ao filho, que pedia perdão ao pai e a mãe. ---Meus Filhos Deus é que pode Perdoar! Dizia D. Clara com os olhos inchados de tanto chorar.
Paulo Henrique saiu da cadeia em liberdade assistida e todo mês ia ao fórum da Comarca assinar o alvará de soltura, já estava freqüentando a igreja novamente e trabalhando com o pai, que assim que o irmão matou o segurança sofreu um infarto e já não mais dirigia aquela Kombi que ensinara os gêmeos a dirigir.
Passaram-se alguns anos e Henrique Paulo já era um novo homem, freqüentava aquela igreja que aprendera a cantar quando era criança.
Um belo dia de sol quando estavam em um culto na praça da cidade, chegou uma viatura de policia, e um dos componentes da viatura chamou Henrique Paulo, que veio sem pestanejar, pois não tinha nada a temer, seu passado não existia mais.
Os policiais algemaram Henrique Paulo, que questionava a prisão, mas os policias tinham um mandato de busca para pegar o rapaz que fora reconhecido, indevidamente pelo frentista do posto de gasolina. Mas naquele dia que roubaram o posto, o rapaz Henrique Paulo estava longe dos olhos do frentista pois ficara após a esquina esperando o irmão para dar fuga, como era gêmeo não teve dúvida o frentista, e o ex-detento volta a ser detento novamente, pois as evidencias o condenaram a dois anos e como também não era primário ficou preso provocando assim um erro judiciário. .....
Esta história é algo assim que me emociona muito, pois os personagens são verdadeiros e existentes, e são meus amigos, e Henrique Paulo, (nome fictício) ainda sofre até os atuais dias dentro de uma prisão mesmo sendo vítima de engano aparente não tem como provar sua inocência, pois seu reconhecimento por parentes da vítima do homicídio acima mencionado, fora algo assim sobrenatural, hoje oramos ao Deus Misericordioso para proteger e tirar aquele jovem da prisão, pois seu sofrimento estende-se mais e mais.
Seu irmão Paulo henrique que ja se encontrava de liberdade provisória fora confundido por um meliante e o destino daquele jovem fora traçado em pleno gozo de sua liberdade, foi alvejado em frente seu velho pai em um assalto simulado, mas o que mais me intriga é que os ladrões não roubaram nada.

terça-feira, 27 de novembro de 2007

João Doido

João Doido

João doido, cara doido de pedra, como diz o dito popular, este foi o nome que fora batizado em um lugar, que só doido de pedra, vive, porque vivia uma vida cruel, antes de chegar ali;

João era o primeiro irmão, dos outros trez, onde tinha mais dois meninos e uma menina, João vivia afogado em tristezas e angustias devido a vida que vivia, junto a sua família, ou seja, o que sobrou de sua família, uma vez que o destino arremessou todos pro espaço, como se fosse um vendaval, em uma cidade de madeira, família de seis pessoas , onde o pai, um bêbado em potencial , bebia que nem gambá, quando encontra um alambique, chegava em casa todos os dias sujo, devido os tombos que tomava, em dias de chuva, após ingerir vários copos, contendo cachaça, e já no portão gritava: “João seu sem vergonha abra essa porcaria de porta!”- e aquele garoto de pouco mais de dez anos vinha de encontro ao seu pai. João só tinha ido à escola trez anos, mas desistiu porque tinha dificuldade de aprender, pois não tinha subsídios para dar sustentação ao seu aprendizado, pois lápis e caderno que ganhou na escola, o livro era emprestado, não tinha uniforme, porque não tinha nem dinheiro para se alimentar como devia, uma vez que viviam de donativos de pessoas bondosas, e sua mãe, dona Benedita (a Dita), que ganhava somente o básico lavando roupa, para sustentação dos filhos.

Seu Eduardo, (o Dado), o beberrão que jamais tinha trabalhado, e não se preocupava com seus filhos, ainda bem que tinha dona Benedita, mulher honesta, que cuidava muito bem dos filhos, dentro de suas possibilidades. e nas noites de segunda –feira, levavam seus filhos na missa das almas,pedir proteção pros filhos ,e por tabela pro pau de pinga.

João, que só tinha o terceiro ano primário, porque não conseguia aprender, saiu da escola, para trabalhar, com uma caixa quadrada, com apoio para os pés, ou sapatos, fora engraxar sapatos na praça da cidade, e levava algum dinheiro pra sua mãe, no intuito de ajudar nas despesas.

Mas, naquele vendaval que fora citado nesta historia, foi à gota d’água para João, pois sua mãe falecera com uma doença que jamais fora diagnosticada, e tudo desabou em sua vida, seus irmãos foram para uma creche da prefeitura da cidade, onde aguardavam famílias ou pessoas que os adotassem, pois o pai, já não tinha mais noção das coisas, bebia muito mais,que as pessoas pegavam-lhe e davam banho e roupas limpas, mas depois de dois ou três dias começava tudo de novo.

João tinha pena do pai, chorava pelos irmãos, e ainda trabalhava como engraxate naquela cidade, e às vezes discutia com pessoas que pagavam bebida ao pai, mas, um dia quando fazia isto seu pai pegou uma cadeira do bar, e desferiu-lhe um golpe na testa, onde provocou algumas escoriações, momento que João, se revoltou, virou as costas, e foi para uma estrada próxima a cidade, e pedindo carona a um caminhoneiro, se jogou ao mundo.

Chegou a Santo Amaro, bairro de São Paulo, onde ficou alojado em uma fenda de um viaduto que existe naquele bairro, colocou vários papelões no chão algumas madeiras que encontrara próximo dali, e morava precariamente naquele lugar.

Agora, João aprendera a fumar cigarros ,que pedia as pessoas, até maconha já fumava junto moradores de rua que conhecera por ali,mas tinha pavor de bebida alcoólica devido ao vício do pai.

João também aprendera a praticar pequenos furtos, junto aos colegas que conhecera naquela vida louca, pois era difícil ávida, pois tinha a pele negra, e a rejeição e o preconceito, é grande em cidade grande, e onde o mesmo sofria deste mal.

Certo dia, o mesmo fora acusado de ter roubado uma bicicleta de um filho de uma professora, que logo após foi reconhecido indevidamente pela vítima, e obrigado assinar uns documentos na delegacia - Ato Infracional - e após ser levado para uma instituição chamada Febem. Lá chegando, fora apresentado como Neguinho, e logo em seguida se envolveu com outros menores delinqüentes, e um deles que conhecera recentemente sob o viaduto recepcionara o mesmo.

Envolveu-se tanto, que com uma semana, já tinha um xuxo (vergalhão pontiagudo, arma mortal, usada pelos menores dentro daquele estabelecimento prisional), no intuito de impor respeito.

Ângelo, nome do amigo que conhecera na rua, envolvera-se em uma briga com outro menor, e João tomou as dores de Ângelo, acertando várias vezes nos braços do outro menor inimigo de Ângelo, e fora separado de pavilhão, ou pátio, onde fora apelidado de João doido.

Agora João doido era um moleque perigoso e respeitado pelos outros menores que o tinha como líder, João doido já não lembrava que tinha irmãos, somente a noite e o dia pra curtir aquela vida de delinqüente.

Por sua vez, Ângelo tinha um grande conhecimento naquela instituição prisional, uma vez que já era reincidente daquele lugar, articulou um encontro com João doido, para programar uma rebelião para o dia das mães, e aconteceu do jeito que programaram. Quando após almoço, dezesseis rebelados, liderados por Ângelo e João doido, fizeram quatro reféns, obrigando-lhes abrir as portas principais, e se evadiram por caminhos ignorados, João doido e Ângelo, foram parar no bairro Capão Redondo, bairro periférico de São Paulo.

Lá chegando, João doido e Ângelo se encontraram com outros meliantes, onde menos de 24 horas, já tinha em seu poder uma pistola 380 , e uma pistola luguer, de fabricação alemã, e uma sacola cheia de munição que adquiriram sob consignação, pois pretendia buscar a boa, gíria usada entre a malandragem.

Domingo, 2:30h, madruga do dia 25 de Dezembro, quando todos se recolhiam, após trocarem presentes, depois da ceia, pois era Natal, aquela família de classe media alta, e uma nova vida que acabara de entrar para a família, Juliana, era seu nome, e estava muito feliz, pois após oito anos confinada, acabara de sair daquela creche, para morar como filha adotiva daquelas pessoas que a admiravam muito, pois era muito comportada e bonita, e já estava curtindo muito sua vida nova, naquela linda casa.

Novo pai que dizia: ─ Calma, calma, não faça nada! E aquela menina estava Quando entrara em seu quarto, o primeiro de sua vida, ouviu gritos de seu pai, assustada, pois nunca passara por uma situação tão gostosa e inovadora, mas aqueles gritos de pessoas estranhas dizendo: ─ Cadê as jóias, cadê o dinheiro? Coisas assim. Juliana assustada saiu correndo ao encontro do pai, quando se deparara com Ângelo com arma em punho, dizendo que queria jóia e dinheiro.

Momento que Dr. Amâncio, médico Clínico Geral, e atirador praticante de tiro alvo, entrou em luta corporal com Ângelo, e após dominá-lo desarmou-o e, em seguida chegava João doido assustado, atirando várias vezes, em direção a Dr. Amâncio que dominava Ângelo, onde fora ferido com dois disparos produzidos por João, e Dr. Amâncio que também atirou e acertou João doido no rosto e abdome, que caíra ferido e desmaiado. Juliana ao ver João doido caído ao chão, entrara em pranto, pois reconhecera o irmão, que a muito tempo não via.

Ângelo, e João doido, foram socorridos para o pronto atendimento de Santo Amaro, onde ficaram internados para observação. Ângelo foi operado por Dr. Amâncio, que fora informado que João doido havia falecido, ao dar entrada no mesmo local.

Qual não fora sua surpresa, quando Dr. Amâncio, sentado no sofá de sua casa, pensando no que seria da menina, que jamais o perdoaria, quando Juliana aproxima e o abraça, pois “o perdão e o amor são os maiores propulsores do ser humano”, e ao abraçar Juliana sentiu um calor tão grande que, custou a acreditar, como pode um coração ser tão puro, sem ódio, vindo de uma família tão desestruturada.

Passaram-se alguns meses, e Juliana procurou Ângelo na prisão, para saber mais sobre seu irmão falecido, pois a muito não o via.

Ângelo sentia um remorso tão grande, que estava arrependido pela coisa horrível que provocara com o irmão da mocinha.

Dr. Amâncio acreditara em seu arrependimento, e até ajudara a tirar o jovem da prisão, levando-o para trabalhar em sua casa como motorista, queria dar uma chance de Ângelo recomeçar sua vida, teve uma surpresa muito grande, pois Ângelo começou a estudar, e começou a namorar a moça, se apaixonou por ela, e em menos de cinco anos, já estavam noivos, e Ângelo já estava construindo uma casinha, em um terreno, que comprara em Diadema, em um bairro pobre, mas tranqüilo daquela cidade.

Juliana se formou enfermeira, e trabalha com Dr.Amâncio, no Hospital do Servidor Público, e Ângelo se formou Policial Militar, pois não tivera antecedentes criminais, e trabalha em Diadema, e nas horas de folga faz um trabalho social com menores carentes naquela cidade.

“Assim caminha a humanidade!” - frase conhecida por curiosos e amantes da verdade, como aquele velho ditado, de onde que não se espera é que se encontra.

Um homem tem toda uma estrutura para ser alguém na vida, junto sua família, e cai na lama suja do mundo. Outro sai da sarjeta, e se transforma em um exemplo para os novos que chegam a este mundo cão.